Sejam Bem Vindos

"... E o enchi com o meu Espírito. Eu lhe dei inteligência, competência e habilidade para fazer todo tipo de trabalho artístico; para fazer desenhos e trabalhar em ouro, prata e bronze; lapidar e montar pedras preciosas; para entalhar madeira; e para fazer todo tipo de artesanato." Ex 31.3-5

Aceito encomendas dos meus artesanatos , caso se interessem entrem em contato no e-mail: sil.colaboniartes@gmail.com

Algumas imagens desse Blog foram retiradas da Internet caso conheça a autoria entrem em contato, para os devidos créditos . Obrigada!!

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Colchas de Crochê


Alguns modelos de colchas lindíssimas para vocês se inspirarem e decorarem suas camas,
todas essas fotos foram achadas na net.








quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Decoração com Pastilha

Outra coisa que gosto muito além de artesanato é decoração e moda, hoje resolvi falar um pouco de decoração. Sempre visito Blogs de decoração, me interesso muito pelo assunto, e no momento estou apaixonada por esse tipo de revestimento as pastilhas, como tudo na vida tem que ser dosado tudo que é demais pode ficar feio exagerado, gosto em uma parede inteira ou em detalhes por exemplo e é claro tem que tem um bom profissional pra colocar direitnho e também ter bom gosto pra escolher as cores e o tipo de pastilha para cada ambiente.
Como sou bem visual vou postar fotos com ambientes encontrados nas minhas andanças pela Net, para você se inspirar.

















modelos de roupas em crochê


Mais uns modelinhos de roupas lindas de crochê que achei na net, gostaria de compartilhar




quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Bolero de Crochê

Esse Bolero foi minha cunhada Ana Maria que fez, lindíssimo!
Ela aceita encomendas!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

meus tapetes


Esses tapetes são alguns modelos que já fiz algum tempo e não havia postado ainda, aqui no Blog, assim que der vou postando meus trabalhos pra vocês verem.





sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

História do Crochê

 



Pouco se conhece dos primeiros idos do crochê, mas acredita-se que os primeiros trabalhos foram feitos com os dedos. Alguns teorizam que o crochê evoluiu de práticas tradicionais na Arabia, América do Sul ou China, mas não existe nenhuma evidência decisiva dessa técnica antes de sua popularidade na Europa durante o século 19. Os escritos mais velhos que se tem datam do ano de 1812 e a primeira receita de crochê publicada apareceu na revista holandesa "Penelope" em 1824.
No século 19 na França, Reino Unido e America , o crochê começou a ser usado como um substituto mais barato para as outras formas de rendas. O preço da linha de algodão industrial estava baixando, e apesar das rendas de crochê gastarem mais linha do que as rendas de bilro e outras, o crochê era mais rápido de fazer e mais fácil de ensinar.
Durante a Grande Fome Irlandesa, freiras Ursulinas ensinaram mulheres e crianças locais a fazer crochê. O trabalho delas eram mandados por toda a Europa e America e eram comprados pela beleza e também por questões caridosas para ajudar aquela população faminta.
Por todo o mundo, o crochê tornou-se uma indústria caseira em franca expansão, particularmente na Irlanda e Norte da França, sustentando comunidades cujo meio de vida tradicional foi devastado pelas guerras, mudanças da hábito nas fazendas , uso da terra e perda das colheitas. Mulheres e as vezes crianças, ficavam em casa e criavam peças do vestuário e da casa para ganharem dinheiro. Esses trabalhos eram comprados principalmente pela classe média emergente. Esses tempos fizeram o crochê ser estigmatizado como uma prática das classes baixas e não como uma técnica em si. Aqueles que podiam comprar rendas feitas por métodos mais caros desdenhavam do crochê como uma cópia barata. Essa impressão foi parcilamente desfeita pela Rainha Vitória que comprava renda de crochê irlandes e até aprendeu a crochetar. Crochê irlandês foi promovido mais tarde pela Madame Riego de la Branchardiere por volta de 1842 , que publicou gráficos e instruções de como reproduzir rendas de bilro e rendas de agulha via crochê, e muitas outras publicações de como fazer roupas de crochê com lã. Essas receitas eram variadas e complexas.
A moda no crochê mudou com o fim da era Vitoriana. As cores fortes desapareceram e surgiram as publicações com linhas brancas ou pálidas, exceto para as bolsas chiques feitas de linhas de seda brilhantes e miçangas . Depois da Primeira Guerra Mundial, poucas receitas de crochê foram publicadas, e a maioria delas eram versões simplificadas daquelas oriundas do começo século 20. Depois da Segunda Guerra, do começo dos anos 40 até o início dos anos 60, houve uma resurgência no artesanato, particularmente nos Estados Unidos, com muitos desenhos novos e imaginativos. Foram usados nessas receitas linhas mais grossas do que aquelas do período anterior e muitas cores variadas foram incluídas. A prática do crochê permaneceu primariamente uma arte da dona de casa até o fim dos anos 60 e começo dos anos 70, quando a nova geração popularizou os quadrados da vovó e incorporou cores vibrantes. Embora o crochê tenha declinado em popularidade nos anos subsquentes, o início do século 21 tem visto o interesse pelo artesanato em geral ser revivido, como também uma grande melhoria na qualidade e variedade das linhas. Existem muitas novidades em publicações e agora muitas lojas de linhas oferecem lições de crochê em adição as tradicionais lições de tricô.

Fonte: Wikipedia
"O termo crochê tem origem na palavra francesa croc, que significa gancho, mas onde como surgiu, ninguém atesta com precisão. No entanto, pesquisas arqueológicas comprovam que o crochê teve origem na China, como uma forma de costura. Posteriormente, a técnica, conhecida como tambouring (palavra do idioma inglês, que significa tambor) ultrapassou fronteiras alcançando a Turquia, Índia, Pérsia, norte da África chegando finalmente ao continente europeu por volta de 1.700.No final do século 18 a técnica evoluiu para o que os franceses chamam de “crochê no ar”, em que o tecido de fundo e o bastidor foram abolidos e a agulha passou a ser trabalhada diretamente com a linha. Espalhando-se pela Europa, o crochê ganhou fama na Inglaterra na era Vitoriana, quando esse tipo de artesanato era o passatempo preferido das senhoras da nobreza.No início do século 19, fios como a seda eram largamente usados para imitar bordados e laços importados, marcando o princípio do crochê filé. Gráficos do começo do século 20 já reproduziam com perfeição as fábulas, contos infantis e até mesmo romances, como a famosa história de Romeu e Julieta..."
A Origem do Crochê
 
"A origem do crochê é incerta; ignoramos se ela é chinesa (descoberta pela rota da seda), peruana, tunisiana, egípcia ou dinamarquesa.Mas os primeiros trabalhos conhecidos como crochê remontam ao fim da Idade Média.Nesse período, religiosas ensinavam a técnica às jovens de famílias nobres; com o crescimento e a evolução dessa prática manual,o crochê tornou-se o passatempo predileto das damas da corte da Itália,da Espanha e da França.
Na Renascença e durante a época de Luís XIV a técnica se aprimorou, assim como a qualidade dos trabalhos.A Revolução Francesa propiciou indiretamente a difusão do crochê para todos os países da Europa (Irlanda, Inglaterra, e países nórdicos) graças às famílias nobres que ali se exilaram, levando consigo esse conhecimento.Mas o apogeu do crochê acontece na Irlanda do século 19, época na qual se transformou numa verdadeira indústria artesanal.Com efeito, após a Grande Fome de 1846, dizem que a madre superiora de um convento daquele país pediu às irmãs que ensinassem a técnica às mulheres do povo, a fim de que pudessem trabalhar sem sair de casa.Essa iniciativa teve um sucesso fabuloso, e assim surgiram as guipures da Irlanda, fabricadas à mão em Dublin e Belfast, e exportadas para o mundo inteiro, particularmente para a Inglaterra vitoriana.Essa renda servia para ornamentar roupas e a lingerie da corte, e com ela também se produziam pequenos objetos para os salões dos palácios.
Na França crescia igualmente o interesse pelo crochê, mas o trabalho feito à mão é progressivamente substituído pela produção industrial.A técnica, que anteriormente passava de geração em geração, numa tradição que unia transmissão do conhecimento de forma oral e manual, passou a ser objeto de livros, nos quais se publicavam os pontos básicos seguidos de inúmeros projetos e modelos.
Assim, Mademoisellle Riego de La Blanchardière, depois de ter ensinado a técnica do crochê à corte da Rainha Vitória, publicou a primeira revista sobre o assunto: The Needle.
A moda do crochê mudou no fim do período vitoriano, nos anos 1890.Já na era eduardiana, a renda crochetada teve seu ápice entre os anos 10 e 20 do século passado, apresentando texturas e pontos mais elaborados.
As cores fortes cederam lugar ao branco e aos tons pálidos, exceção feita apenas quando a técnica surgia em bolsas.Nesse caso somavam-se fios de sedas multicoloridas e miçangas.
Após a Primeira Guerra Mundial, surgem poucos modelos de crochê em sua maioria versões simplificadas daqueles que fizeram sucesso no início do século 20.Terminada a Segunda Guerra Mundial, os últimos anos da década de 40 até o início dos anos 60, há um ressurgimento da técnica, agora direcionada ao artesanato decorativo.Fazendo uso de fios coloridos e encorpados, surgiam tapetes, descansos de travessas, pegadores de panela etc...
Nos anos 70 popularizaram-se os grandes quadrados multicoloridos de crochê, que os hippies usaram num sem número de aplicações.Hoje ele reina sobre os objetos decorativos e ganhou enorme expressão nas passarelas da moda.

Tipos de crochê

 
Os tipos relacionados a seguir são derivados da técnica básica de crochê:
Crochê filé: blocos de pontos altos intercalados com “vazios” caracterizam essa trama quadriculada.Alguns riscos simples de ponto cruz podem ser transformados em filé.
Crochê tunisiano.Usa-se uma longa agulha parecida com a agulha usada em tricô,porém com gancho na ponta.Cada carreira é feita em duas fases, a primeira da direita para a esquerda e a segunda, da esquerda para a direita, sem virar o trabalho.
Broomstick-lace: É um crochê apesar de ser feito com uma larga agulha de tricô.Na verdade essa ferramenta serve de orientação às laçadas sobre as quais será feita a nova carreira.Sua textura parece com o crochê de grampo.
Crochê de grampo ou grampagem: Aqui a ferramenta de sustentação é um grande “U” em madeira ou metal sobre o qual são tecidas faixas com a ajuda de uma agulha de crochê.Depois essas faixas são unidas com uma grande variedade de pontos crochetados.
Crochê duplo: feito com uma grande agulha com ganchos nas duas extremidades.Isso permite que você trabalhe as duas faces da trama, que ficará bem encorpada e, se quiser, em cores alternadas".

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Vestido Verde Água de crochê com receita

Esse será meu proximo projeto quero crochetar alguma peça em roupa também, amei esse vestido e tem receita, não resisti e aqui vai o passo a passo pra quem quiser se aventurar também.

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Credito da imagem Blog da Círculo



Vestido Verde Água – Revista Manequim

Material:
Fio Anne Círculo, 6 nov. verde (5637), ag. para crochê nº 1,5mm, 1 ziper com 40 cm, ganchinho para fechar as costas.

Tamanho – 40/42

Ponto utilizado:
Correntinha (corr.). Ponto baixíssimo (p.bxmo.): Introduza a ag., laç., puxe o p. e passe diretamente no p. da ag.. Ponto baixo (p.b.): introduza a ag., laç., puxe o p. e com outra laç., rem. todos os p.. Meio ponto (m.p.): laç., introduza a ag., laç., puxe o p. laç., rem. todos os p.. Ponto alto (p.a.): laç., introduza a ag., laç., puxe o p. laç., rem., 2 p. e com outra laç., rem. todos os p. Rede de ponto alto : siga o gráfico. Barrado 1,2 e 3: siga o gráfico. Bico: siga o gráfico.

Amostra – Um quadrado de 10 cm em p. a. com a ag. nº 1,5mm = 24 p. x 12 carr.

Execução

Saia – Faça uma corr. de aproximadamente 210 p. mais 3 corr. para virar e trabalhe uma carr. com 207 p.a., em seguida trabalhe 3 p.a., 77 p. quadradinhos em rede de p.a. e 3 p.a.. tabalhe mais 3 carr. iguais. Nesta altura feche trabalho em círculo e faça somente rede de p.a.. Na 16ª carr. distribua 5 aum. durante a carr. (aum. = 2 corr., 1 p.a.), na 21ª carr. distribua mais 6 aum. durante a carr.. A 40 cm do inicio do trabalho faça o barrado nº 1 seguindo o gráfico. Terminado o gráfico faça a toda a volta do trabalho uma carr. de p.b. e rem..

Blusa – Usando a mesma corr. de base faça 4 carr. do mesmo modo da saia, e 3 carr. em p.a., em seguida divida o trabalho do seguinte modo: 52 p. para um lado das costas, 104 p. para frente e 52 para o outro lado das costas. Trabalhe cada lado separadamente.

Frente – Trabalhe em p. a. aum. de cada lado em cada 3 carr.: 1 p. (3 v.). A 12 cm do inicio da blusa para as cavas deixe de fazer de cada lado em cada carr.: 6 p., 3 p.(3 v.), 5 p. e parar. Costas lado direito – Retome os p. das costas e trabalhe em p.a. aum. a direita (lado da costura) cada 3 carr.: 1 p.(3 v.). A 12 cm do inicio da blusa para a cava deixar de fazer a direita em cada carr.: 6 p., 4 p., 1 p., continuar sem dim. até completar 30 cm do inicio da blusa e rem..

Mangas direita – Faça uma corr. de aproximadamente 60 p. mais 1 corr. para virar e trabalhe uma corr. de arcos (= *2 corr., pule 2 corr. de base , 1 p.b.*) em seguida faça em cada arco 3 p.a. (= 57 p.a.). Continuar em p.a. aum. de cada lado cada 3 carr.: 1 p. (8 v.). A 22 cm do inicio do trabalho, faça a cava. Cava lado direito – Deixar de fazer a direita em cada carr.: 6 p., 2 p., 1 p.(7 v.) faça 4 carr. sem dim., em seguida dim. a direita em cada carr.: 1 p., 3 p. (2 v.) e rem.. Cava lado esquerdo – Deixar de fazer a esquerda em cada carr.: 6 p., 2 p., 1 p.(2 v.) faça 6 carr. sem dim., em seguida dim. a esquerda em cada carr. : 1 p. (2 v.), 2 p. (3 v.), 5 p. e rem.

Mangas esquerda – Mesmo trabalho da manga direita porem invertendo os lados.

Acabamento Costurar os lados. Monte as mangas. Costure o zíper nas costas. Faça a toda volta do decote uma carr. de p.b. e o bico seguindo o gráfico. Faça a toda a volta dos punhos uma carr. de p.b. Prender o ganchinho no alto do decote. Faça o babado na seguinte ordem de carr. e gráficos:

Blusa – na 5º carr. contadas do inicio siga o barrado nº 2, na 8ª carr. siga o barrado nº 1.

Saia – Conte as carr. sempre do inicio do trabalho, na 1ª carr. siga o brrado nº 3, na 6ª carr. siga o barrado nº 1, na 9ª carr. siga o barrado nº 3, na 14ª carr. siga o barrado nº 2, na 18ª carr. siga o barrado nº 3, na 22ª carr. siga o barrado nº 1, na 26ª carr. siga o barrado nº 3, na 30ª carr. siga o barrado nº 2, na 34ª carr. siga o barrado nº 3. Faça em todos os barrados uma carr. de p.b. para finalizar.

Desfile Crochê - Vanessa Montoro

Vanessa Motoro um luxo de crochê

Vanessa Motoro pra essa eu tiro o chapéu, ela soube como ninguém pegar o nosso velho crochê e transformá-lo em moda de encher os olhos. Quem foi que disse crochê é coisa ultrapassada e cafona ainda não viu os modelos de Vanessa Montoro!










Crédito de imagens Blog http://www.cupcakehortela.com.br

 Confira o vídeo de sua coleção - Desfile Croché - Vanessa Montoro